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Archive for maio \20\UTC 2009

I’m a Werewolf!

Não, eu não estou ficando louco.

Para aqueles que não sabem ainda, como forma de promoção do Monster Manual 2, a Wizards of the Coast colocou esse mini quiz sobre os “novos” monstros da 4E. Vamos matar o Owlbear pela enésima vez. com gostinho de 4E.

Bem, eu sou um Werewolf Lord. Tremam sob minha fúria “licantrópica”, aventureiros estúpidos! Wha ha ha ha ha ha ha ha!

<p align=”center”><img src=”http://www.wizards.com/dnd/monster/images/banners/12.jpg”/><br/><a href=”http://www.wizards.com/dnd/” target=”_blank”>D&D Home Page</a> – <a href=”http://www.wizards.com/dnd/monster/index.asp” target=”_blank”>What Monster Are You?</a> – <a href=”http://www.wizards.com/dndinsider/compendium/database.aspx?searchterm=Werewolf Lord” target=”_blank”>D&amp;D Compendium</a></p>

 Observem aí o link para o Quiz enquanto eu tento fazer essa budega de link funcionar…  >: (

http://www.wizards.com/dnd/monster/index.asp

No quiz anterior sobre o Players Handbook 2, eu fui atribuído a um Druid. I have a close relation with our mother Earth, AKA Gaea…

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Seguindo na minha ronda diária pela “blogosfera RPGística”, me deparei com um post sobre os Anti-Heróis, masi específicamente, sobre Watchmen (se não me angano, foi no blog “Lote do Betão”. Vou procurar um link e anexo assim que possível), no qual o autor criticava fortemenete as ações exibidas pelos protagonistas/antagonistas do mesmo enredo, e este texto me trouxe várias reflexões sobre a natureza dos “Heróis”, “Anti-Heróis”, e o que os une e o que os diferencia.

Talvez o Anti-Herói seja “a outra face da moeda” de um Herói. Talvez o criador do personagem estivesse pensando em criticar os heróis (minha opinião sobre Watchmen) e sobre a verdadeira natureza. Afinal de contas, o que realmente define os limites entre o herói e o anti-herói? Será esta a pergunta correta (explicação adiante)?

O anti-herói seria a personificação de todos os valores contrários ao heróis, como honra, integridade, sinceridade: anti-heróis podem mentir, lutar sujo, serem anti-éticos ou vingativos. Porém, voltando algumas linhas, creio que a verdadeira pergunta, então, não é o que delimita as diferenças entre anti-heróis e heróis, mas o que delimita a diferença entre anti-heróis e vilões.

Creio que a maior parte de quem estiver lendo este texto possui uma noção de quem é o personagem Wolverine. Se não, uma breve passada no cinema deve esclarecer um retrato singelo do personagem. O que faz de Wolverine um anti-herói? Ele é mesmo um anti-herói?

O anti-herói, em geral, ou pelo menos até onde me consta na minha parca sabedoria sobre enciclopédias heróicas, é um indivíduo que luta contra o “Mal”, mas através de meios “maléficos”. O anti-herói pode ser uma criatura  de origens questionáveis que luta para punir da forma mais cruel possível os criminosos (Watchmen). Pode também ser um antigo herói caído que passou a buscar vingança após ser enganado/traído (O Justiceiro, Spawn).

Agora, seria o anti-herói uma caricatura do herói, uma vez que mistura em sua composição elementos de sua nêmesis, o vilão? Na minha opinião, esta é a resposta que faz mais sentido. O anti-herói, e é isso que o faz tão sedutor e popular, mistura características boas e ruins, éticas e anti-éticas, sobre-humanas e mortais. Ele é mais próximo do leitor: ele não é um homem com a beleza de Apolo, a força e o corpo de Heracles, o carisma de Dionísio e a sabedoria de Minerva, nem tampouco um ser soturno como Hel, cruel e controlador como Loki e violento e impulsivo como Surtur: ele está no meio termo, quase tão humanos como o leitor. O anti-herói é o renegado, o excluído, o usurpado, o traído, o falido, o morto, o sofrido, o fraco e o oprimido que lutou com aquilo que dispunha para sobreviver no meio inóspito em que se inseria. Ele é uma fotografia daquilo que a humanidade  desejava: ser um exemplo de “Virtude” entre o “Mal”.

E aquilo que atormenta eternamente tanto humanos quanto suas crias “fictícias” (ou nem tanto assim): O que é a “Virtude” e o que é o “Mal”?

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Alguns dias atrás, após séculos de procrastinação e tristeza (meu console estava dando problemas), eu finalmente consegui concluir a trama do jogo InuYasha: The Secret of the Cursed Mask, para PS2, e devo dizer que me trouxe lembranças saudosas da minha “infância”. Naraku é cachorro velho: nunca aprende truque novo (as conclusões dos Mythbusters não valem para este caso!). Ele sabe apenas os truque de “fingir de morto”. Após uma batalha cansativa, quando eu acreditava ter finalmente eliminado este mau pela raíz, descobri que Naraku havia apenas enviado uma espécie de “clone”. Ha ha. Mais uma vez, eu morri de ódio por ver que ele ainda estava vivo, e cantei “Peanut Butter Jelly Time” ao vê-lo ser destroçado sob a minha Ferida do Vento.

Meu Deus!

Eu fazia isso ABSOLUTAMENTE TODAS AS VEZES que Naraku fingia de morto. “Hahahahahahaha! Se deu mal!”. “O quê? ELE NÃO MORREU? COMO?”. Ah. Mesmo anos depois de ter assistido o anime, me abismei com sua resistência e comemorei sua derrota com o mesmo gosto de anos atrás, como se fosse a primeira vez. Ah, o sabor da minha infância!

E eu não pude evitar de me lembrar de como eu sofri cada segundo que durou a épica batalha Kenshin Himura VS. Makoto Shishio. Meu Deus. quando Kenshin parecia derrotado, eu parecia à beira de lágrimas. Mas logo ele se levantou e com a energia única deste personagem que povoa até hoje meus ideais de honestidade e honra, e derrotou Shishio com a técnica do Ougi do estilo Hiten Mitsurugi. Ah, meu coração palpitava! Heróico! Épico!

Os heróis da nossa infância marcam para sempre.

Andando com meu pai um dia pelas ruas de minha cidade, acabamos nos deparando com uma loja de DVD’s de Fansubbers. O brilho nos olhos de meu pai foi inesquecível:

“National Kid Contra os Incas Venusianos! National Kid em: O Retorno dos Incas Venuzianos!”

Por mais absurdo que sejam os títulos, e por mais que a qualidade de imagem e o gosto da trama possa parecer duvidoso, ele comprou (agradecido pelo preço acessível de Fansub [embora fosse dublado]) os DVD’s, assistiu e quase chorou de emoção. Ele assistira aquilo pela primeira vez nos meados de 1968. Heróis são de beleza e importância anacrônica. Nunca esqueceremos eles, justamente por que tocaram nossos corações na época em que éramos mais puros e inocentes, e os conceitos de Honra e Heroísmo eram muito mais que concretos, eram personificados através dos heróis: íntegros, indestrutíveis, eternos. E, independente do quanto nós possamos envelhecer, conservaremos a beleza das lembranças destas figuras, que nunca irão envelhecer conosco, apenas se renovar a cada geração.

 Kenshin Himura, um dos heróis da minha infância

Kenshin Himura, um dos heróis da minha infância

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Tocando Agora…

Alguém aqui já ouviu um cara chamado Buckethead?

Buckethead. Um dos meus ídolos.

Buckethead. Um dos meus ídolos.

Na minha opinião o melhor guitarrista da atualidade, Buckethead é um personagem criado por Brian Caroll. É. Ele usa uma máscara de Halloween. Sim, aquila na cabeça dele É um balde de Kentucky Fried Chicken. Sim, ele tem uma aparência repelente de maníaco.

Mas e daí?

Ouvir Buckethead me abriu os horizontes. O interessante é que você não deve prestar atenção à letra da música, já que quase todas são instrumentais, e nem aos “babados” que saem sobre ele na net. Buckethead faz shows pequenos, nunca fala em público, e nunca tenta “aparecer” na mídia. E essa é a graça sobre ele: você compreende o personagem, e, portanto, o homem por trás da máscara, ouvindo a música dele. Apenas assim.

É libertador, já parou para pensar em quantas vezes aquilo que é noticiado pela mídia sobre artista X ou Y pode ter influenciado sua opinião sobre ele?

À primeira vista, todos estranham. Mas ao entender isso, a música dele se torna algo muito maior. É. Palavras de fã tendencioso, adimito. Mas eu realmente incentivo e deixo para os leitores: procurem, mesmo que um pouco, se informar sobre este formidável artista. As músicas dele tocam o coração de quem ouve. Procurem no seu software de Downloads e Comartilhamento, ou, para os mais desprovidos de recursos, uma visita ao YouTube é suficiente.

Músicas indicadas:

*Soothsayer

*Binge and Grab

*Nottingham Lace

*Space Cadilac (for Aunt Suzie)

*Sail On Soothsayer [especialmente emocionante]

*All in the Waiting

*Angel Monster

*Baptism of Solitude

*Big Sur Moon

*Datura

*Electric Tears [essa eu sei tocar na guitarra… XD)

*Hills of Eternity

*I Love my Parents

*Kansas Storm

*Mantaray

*Jordan

*Mustang

*Padmasana

*Sanctum

*Sketches of Spain (For Miles)

*Spell of the Gypsyes

*The Way to Heaven

*Tribute to Dimebag Darell

*Witches on the Heat

E muitas outras. Porém, com isso, já deve ser o suficiente para entreter você, leitor durante muito tempo.

Voltarei assim que possível para revelar alguns dos resultados de minha pesquisa incansável pelo significado da música. E de Buckethead.

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Anime Festival Party 2009

Ontem meu caro amigo Lucas Adicionou no blog dele (myworldofhell.blogspot.com) fotos do incrível Anime Festival Party 2009, que aconteceu em Belo Horizonte nos dias 18 e 19 de abril deste ano, o qual foi incrível. Aliás, a foto na página inicial do blog dele é uma foto dele e minha posando como Kakashi e Tobi (Uchihamadara), do anime Naruto, no stand do Cosplay Brasil, o maior site de Cosplay do país. Em teoria, esta foi a nossa verdadeira estréia na net, né…?

Bom, ele postou várias fotos legais que nós tiramos. Uma coisa sensível no evento foram os Cosplays: para quem tem seguido o evento com certa regularidade, creio que há de convir comigo: O número e a qualidade dos Cosplays subiu incrivelmente de alguns anos para cá! Realmente, observem as fotos do Iron Man, ou das Representantes do Conselho Jedi de Minas Gerais… De fato, Minas está ganhando terreno no “Cenário Otaku”, UAI!

Aliás, este é um tema que me inspira grande orgulho, e, inevitavelmente, me traz à mente que atualmente o ambiente de fãs de anime e mangá cresceu de maneira considerável, não apenas em número, mas em horizontes.

Oras, como não?

Durante os dois dias de evento, contei às dezenas [ou centenas, eu tinha perdido minha visão periférica enquanto estava de Cosplay (XD)] membros de diversas “tribos” transitando pelas dependências do Colégio Marista Dom Silvério, que foi onde aconteceu o evento. Havia headbangers, roqueiros, góticos, emos, otakus de carteirinha, fãs de Star Wars, Star Trek, amantes de Tolkien, aliás, todos estavam juntos numa paz que eu nunca imaginaria.

Até o InriCristo tava lá!!!

Até o InriCristo tava lá!!!

 

Enfim, foi um prazer estar lá, e até mesmo superar tabus. Carsos 1d6-2 leitores, algum de vocês, se forem “headbangers” ou “metaleiros” (se é que realmente existem diferenças…¬¬) já pararam para conversar com um “emo”?

Melhor ainda, pararam para conversar sobre algo que não fosse música? São ótimas pessoas, acreditem! E o mesmo vale para o oposto, hein?

Dialogar é uma função básica humana, um ser social. Foda-se se você é punk, emo, metal, reggae, druida ou evangélico! Enquanto os membros de um grupo não se sentarem e conversarem com os membros de outro, ainda estaremos presos aos mesmos paradigmas de sempre, que são, quase sempre, uma grande mentira deslavada criada por pessoas cruéis e/ou preguiçosas: “góticos são sempre fãs de banda X ou Y e ficam chorando o tempo todo”, “metaleiros são violentos e sujos”(alguém aí lembra do Arnaldo Jabor  quando o Dimebag Darell morreu?), e por aí vai.

Caro amigo leitor, foi isso que me atraiu a atenção no AFP 2009. O que chamou a sua atenção, se é que você foi? Você já sentou com alguém de uma “tribo” oposta? Como foi? Comente!

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