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Archive for the ‘Uncategorized’ Category

Eu tenho um péssimo cérebro para aniversários, datas e etc., fato: minha orientação temporal é altamente deficiente, mas enfim, tarda mas não falha: já esqueci de uns três aniversários nas últimas três semanas, e ontem descobri de um deles era muito relevante para este blog: Esta sexta-feira, dia 20 de agosto, teria sido o aniversário de 120 anos do Cavalheiro de Providence, pai de Cthulhu, Azathoth e Nyarlathotep: Howard Phillips Lovecraft!

Um de meus escritores favoritos, Lovecraft foi um escritor daquilo que hoje se chama de new weird, uma espécie de irmão esquisitão da ficção pulp, ou então, num espécie de ramo mais aberto, alguns batizam de ficção especulativa, na qual dá para encaixar desde Lovecraft e Robert E. Howard até (pasmem) Isaac Asimov, o escritor de grandes contos de ficção científica como o famoso “Eu, Robô”, transformado em filme recentemente com Will Smith no papel principal. Se você não estava morando embaixo de uma pedra nos últimos seis anos, deve se lembrar do filme.

Para traduzir todo o tom etéreo e sombrio dos contos de Lovecraft, só é necessario transcrever esta frase que ele mesmo disse:

The oldet and strongest emotion of mankind is fear. And the oldestand strongest kind of fear is fear of the unknown.

(“A emoção mais forte e antiga da humanidade é o medo. E o tipo mais antigo e forte de medo é o medo do desconhecido.“, numa tradução livre)

Já dá para ter uma idéia daquilo que vem, não é? Os contos de Lovecraft sempre primaram por se apresentarem como relatos pessoais de pessoas que se confrontaram com seres e situações muito mais poderosas e estranhas do que tudo aquilo que a mente humana pode conceber. Bem este é um resumo muitíssimo curto e pobre para descrever os contos de Lovecraft, mas asseguro que faço esta triste descrição pobre apenas para não estragar a surpresa de quem está lendo ou vai ler algo do escritor.

É difícil dizer até onde vai a influência de Lovecraft: seu protegido e aprendiz Robert Bloch escreveu o prefácio para uma coletânea de seus contos e ficou famoso por escrever um livro que depois foi transformado em filme. Você deve conhecer: “Psicose”, dirigido por Alfred Hitchcock. Pois é. É desse tamanho. Só para citar alguns artistas que já usaram as obras de Lovecraft como inspiração: Mike Mignola (quase tudo em Hellboy bebe de Lovecraft), Mettalica (The Call of Ktulu, última faixa de Ride the Lightning, para citar uma música), Black Sabbath (Behind the Wall of Sleep do primeiro álbum da banda, baseado em um conto homônimo), Robert E. Howard, Clark Ashton Smith (Conan, o Bárbaro), Brian Lumley, August Derleth, enfim, meio mundo.

Bom, não posso me delongar demais neste pequenino post, mas tenho apenas uma declaração a dar: estou trabalhando em um cenário introdutório para testar meu novo sistema, e vou usar e abusar dos “Cthulhu Mythos“, que é como chamam o arco de seres e histórias de Lovecraft (um título muito questionado e que eu, pessoalmente, acho um insulto à memória de Lovecraft).

Adieu, meus 1d4 leitores! Continuem vigiando os céus, porque as pombas estão vivenciando uma epidemia de diarréia.

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Eu entrei ontem no VocêTubo.  Estou usando o canal do meu vizinho. Ele não usa. Eu precisava. É um trato justo. OU SERÁ QUE NÃO?!

Bobeiras à parte, era só isso mesmo que eu queria falar. o vídeo é este, e eu peço que por favor LEIAM A DESCRIÇÃO do vídeo. Obrigado.

Ah, e para os menos criativos: sim, sou eu no vídeo.

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Flash Post!

Tenho menos de meia hora para escrever este post, então lá vai:

1. Acabei de antrar na comunidade para otakus brasileiros meio orkut meio twitter chamada “Otaku”. Entrem, também!!! a url é: http://www.otaku.com.br

2. Estou com um novíssimo sistema de RPG made by myself que me parece bem promissor, mas estou sem um nome para ele…. ¬¬”….. enfim, em breve eu vou tentar postar alguma coisa sobre ele aqui, mas talvez demore, porque falta dar uma polida nas regras, expandir o grimório e terminar o bestiário, que me orgulho em dizer: será extenso e bem completo!!!

3. Não vou postar por um bom tempo, infelizmente. E sera mais ou menos pelo mesmo motivo que não tenho postado ultimamente: estou encerrando um trabalho muito importante para a escola, um circuito educacional sobre Bionanotecnologia. O valor do trabalho em nota é praticamente nulo, completamente irrisório, mas por uma questão de honra eu vou terminar ele e ter certeza que ficará perfeito, pois aparentemente algumas pessoas não se contentam em desaprovar, elas têm que humilhar……. ¬¬” momento emo estúpido. Elas que se fodam! próximo tópico:

4. O semestre está acabando! Férias! 😀

5. Para aqueles que gostam de músicas, de animes, de músicas de animes e coisas quetais, estou feliz em anunciar que estou com planos, ao lado de um amigo, fazer um dueto piano-guitarra elétrica (esta sendo tocada por mim) da música Kimi no Shiranai Monogatari, do Supercell e encerramento do meu amado anime, Bakemonogatari, minha menina dos olhos. (Nota mental: Quando é que o OVA 15 vai sair???)

6. Não lembro o que era para escrever, mas estou no maior pique e queria terminar este post com um número par de tópicos.

É isso! Espero ter feito uma síntese bem satisfatória, meus caros 1d4 leitores. E é com prazer que me despeço, pois agora devo sair de meu covil sinistro para ceifar a vida de alguns brigadeiros desafortunados. Aufwiedersein, lieben freunds! (espero ter escrito na grafia correta….. ò.ó)

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Eu sou um apaixonado pelo gênero narrativo, isso é um fato. Independente da manifestação, seja um texto, uma crônica, um conto, uma música, um filme, um jogo de RPG,  ou até mesmo uma imagem (ou todos combinados), eu adoro o gênero narrativo e tudo que ele implica. É por isso que quando ele é mal empregado eu fico muito p***. E é isso que tem acontecido demais.

Poucas horas atrás eu acabei de ver o último episódio do arco televisivo de um anime novo que me cativou: Bakemonogatari. Digo televisivo por que ele ainda continuou mais três episódios, só que estes exibidos pela internet. No final, a série baseada em uma light novel (ou uma série, não sei) homônima totaliza quinze episódios de vinte e cinco minutos, mais ou menos. Inteligente, rápida, complexa e madura, ela me cativou pela franqueza dos produtores e do autor de, mesmo percebendo o sucesso estrondoso que produziu (parece que os blu-rays no Japão estão vendendo menos só do que Michael Jackson’s: This is It e Evangelion remake), não tentar continuar a história de uma maneira forçada para lucrar um pouco mais com uma série que já deu aquilo que tinha que dar. E espero sinceramente que continue assim.

Porém, como temos visto com repeição ad infinitum no mercado cultural moderno, existe uma espécie de mandamento que diz:

Não pararás de atirar na vaca que sabes que não vai morrer

Uma alusão meio babaquinha a “Eu, Eu Mesmo e Irene”, mas é mais ou menos isso mesmo. Exemplos não acabam: Naruto, por exemplo. No começo, era bem maneiro, eu achava muito legalzinho mesmo (aliás, foi o cenário que eu e meu vizinho usamos para começar nossa primeira campanha grande de RPG), mas depois começou a fazer sucesso demais. Resultado: temos aí um novo arco de história, fraquinho, o protagonista envelheceu para renovar o espírito de frescor muito mascarado, vários personagens novos mas a mesma história. Bleach, então? Eu quase me matei, mas vi a saga Bount inteira, só para dizer que eu vi mesmo (orgulho otaku é foda), e já desisti de prosseguir com a saga Arrancar, que só faz enrolar com a cara do coleguinha que está assistindo. Fullmetal Alchemist? Eu apenas leio o mangá, mas pelo que me disseram, depois que acabou o anime, fizeram uma pseudo-releitura em HD chamad Brotherhood que é uma desgraça. Posso ser tendencioso, mas creio que isso não é uma coisa nova: Dragon Ball começou a modinha (deve ser mais velha no ramo dos animes, mas este é o mais velho que posso rrecordar agora). Z, GT, remake em HD, é tudo a mesma desgraça.

Mas, colocando os produtos nopônicos de lado, o esgotamento narrativo tem se tornado uma crueldade muito popular no ocidente também. Filmes com continuações desnecessárias como MIB e similares me partem o coração. Após a blasfêmia de Crepúsculo (que aposto dez por um que já foi um plágio de uma melosidade pseudo-vampírica menos popular), vieram milhões de abutres para comer carniça no mesmo nicho: Vampire Diaries, True Blood, etc, etc, etc… Me contento em chorar pela alma de Bram Stoker, que deve estar se revirando no túmulo até agora (que nem John Lennon, depois da propaganda do Itaú).

Sou completamente tendencioso para falar, pois cresci numa família muito crítica, mas creio que é assim que deve ser. Depois das minhas inúmeras decepções com animes, comecei a optar por séries já concluídas ou com número de episódios definido e limitado, girando em torno de 25 a até 50 episódios, no máximo. E este foi um período de felicíssima fartura em cultura de boa qualidade. Eu vi Shigurui, um anime que transcende os padrões antigos de violência e perversão explícitas com uma beleza e suavidade poéticas. Eu estou quase acabando de ver Last Exile, um anime de ambientação Steampunk incrivelmente bem animado e produzido. Eu comecei a ver um conjunto de OVAs chamado Karas, que embora eu tenha visto muito pouco, promete coisas muito boas. Eu vi Soul Eater, que embora meio bobinho no começo, tem uma história muito bem amarrada e um traço agradabilíssimo, muito bom para se ver no domingo de manhã, sem compromissos. Eu vi Hellsing, Mushishi, Paranoia Agent, Peace Maker Kurogane, Samurai Champloo, Death Note e minha musa inspiradora, Bakemonogatari. Oh, sweet state of bliss! Foi nas animações limitadas que eu encontrei a alegria e a satisfação de consumidor contumaz do gênero narrativo. E não pretendo sair daqui tão cedo. Sim, eu tenho lido muitas coisas que não prometem parar tão cedo como a figurinha carimbada de D. Gray-Man, o ero-gore-kickass Highschool of the Dead e o sublime na inventividade Deadman Wonderland. E não poderia estar mais satisfeito em esperar o retorno destes de seus hiatos (na verdade, DW foi censurado no site de onde um leio). Se puderem, meus caros 1d4 leitores, leiam pelo menos um (ou, de preferência, todos) dos títulos que eu citei neste artigo. Vai fazer bem para o enfado que creio que a maioria de vocês deve estar sentindo, como eu do nosso Esgotamento Narrativo.

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Video do Caramba

Ri demais. Impossível comentar. Vejam por si mesmos. Uma das melhores interpretações do tema de Star Wars que eu já vi.

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Um dos meus gêneros de humor on-line favoritos. Sendo um grande fã da obra de Howard Phillips Lovecraft, eu não pude evitar de fazer isto.

Clique para aumentar. You know the drill.

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Foi um longo e tenebroso inverno, mas eu finalmente consegui relembrar meu ID e senha no WordPress (Memory Epic Fail). Estou cheio de conteúdos novos para mostrar e muito animado também, com a recém abertura do blog de uma grande amiga minha, a Calimië. deêm uma passada lá, o endereço é http://callmesecret.wordpress.com/ .

Um rápido questionamento:

Quem entre vocês (meus 1d4 leitores) já leu ou pelo menos passou de olhos pelos livros do nosso novo amigo compulsório o Dungeons & Dragons 4ed.?

Nesta nova edição os geróis dos PJ’s são classificados pelos Círculos (ou tiers) em que se encontram. Os tiers são organizados pelo nível de poder do personagem: primeiro vem o Heroic Tier (níveis 1 a 10), depois o Paragon Tier (níveis 11 a 20 e óbvia inspiração para o nome do novo blog de RPG “Paragons”, que, aliás, é muito bom) e por último, o Santo Graal dos Power Players, o Epic Tier (níveis 21 a 30, pura roubalheira e dano maciço). Daí, com a existência prévia da expressão “Epic Fail” para erros / burradas épicas, venho usando també o termo “Heroic Fail” para enganos e gafes menores, “Paragon Fail” para burradas memoráveis e tenho então guardado o “Epic Fail” para as provas provas que eventualmente (ou nem tanto) vemos de que a evolução do Homo Sapiens Sapiens até o ponto de “classe dominante” foi um mero acaso (com  o perdão de Charles Darwin e seus fãs), como o lançamento de D&D 4ed. ou o Hino Nacional Brasileiro com a belíssima interpretação “Jossa” (jazz + bossa) de Vanuza.

E você? Acha mesmo que é exagero meu ou concorda que esta nova edição e todos os eventos internos na Wizards of the Coast que a acompanharam foram uma sucessão de burrices?

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