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The D&D Monster Guy

Me matou de rir. ROFLMAO, LUMAFD, LOLCHEEZBURGERBBQ, WHATEVER.

Eu entrei ontem no VocêTubo.  Estou usando o canal do meu vizinho. Ele não usa. Eu precisava. É um trato justo. OU SERÁ QUE NÃO?!

Bobeiras à parte, era só isso mesmo que eu queria falar. o vídeo é este, e eu peço que por favor LEIAM A DESCRIÇÃO do vídeo. Obrigado.

Ah, e para os menos criativos: sim, sou eu no vídeo.

Postando aqui alguns vídeos com as músicas do CD “Enter the Chicken” (2005), um dos melhores CD’s do Buckethead para quem não conhece, na minha opinião. Isto se deve ao fato de ser um álbum cooperativo: não é um CD solo, sim da pseudo-banda Buckethead & Friends. Com a colaboração de vários outros artistas como Maximum Bob (que trabalhou com Buckethead em outras bandas, como Deli Creeps e Praxis), o artista e cantor de hip-hop avant garde Saul Williams, a cantora erudita iraniana Azam Ali, o ex-membro do System of a Down, Serj Tankian, que também é o produtor do CD, o vocalista para a maioria das faixas e também o dono da gravadora que lançou o CD, a Serjical Strike. Tantos artistas mais, digamos assim, “sociáveis” deram ao disco um tom bem mais aberto e eclético, o que agrada a muito mais gostos. É realmente uma beleza de CD, muito embora não seja vendido aqui no Brasil (those burocratic motherfuckers from aduana…).

Primeiro a faixa “Running from the Light”, que tem um tom bem mais intimista e introspectivo, abençoada com os vocais de Maura Davis.

Agora aquela que tem o potencial para ser uma das melhores do CD: “Three Fingers”. Com a participação de Saul Williams, esta faixa tem um clima carregado de sarcasmo e mistério, algo bem bizarro, como um Freakshow. É bem incomum e parece um pouco deslocada do resto do CD, mas Buckethead aprendeu as nuances do Soul e do hip-hop durante seus inúmeros trabalhos com o músico Bootsy Collins e com (pasmem) Snoop Doggy Dog, e as aplica muito bem nesta faixa, cheia de ginga e espírito. Parece mesmo algo que veio do fundo do estômago, feito para mexer com a cabeça de quem ouve o CD.

Agora vou finalizar com a minha faixa preferida do  CD, “Waiting Hare”, freqüentemente escrita errado. Não “Here”, é “Hare” mesmo. Bem, a música fala por si mesma: Serj Tankian e Shana Halligan têm um nível de intimidade e cooperação vocal inigualável.

Bom, por enquanto é só, pessoal. Espero que tenham gostado.

USAGI: It’s six o’clock, and time for the news!

PLEINAIR:

USAGI: Aparently a sudden outbreak of an unknown and fatal disease has recently wipped ou over 80% of the population from the nearby netherworld of Veldime. Doctors from netherworld all around are surprised and having a hard time trying to understand that mysterious disease. The symptoms include nausea, dementia, nose bleed, lack of bloodlust and an unexplainable refusal to fighting. Experts and paranoids all around claim that this is a sort of biological weapon named “FLOWER POWER FEVER” created by a group of united militias called “HIPPIES” from an isolated and boring world called “EARTH”.

PLEINAIR:

USAGI: This frightening epidemics is bringing histeria to the population of Veldime, wich is being propperly and violently taken care of by the authorities, wich claimed to be specially delighted about the riot due to the recent arrival of a cargo of brand-new whips, leathers and hand cuffs to the officer’s department. The Department of Health Discare of Veldime, or DHDV, pleas to the audience to remain calm under any circumstances and would also apreciate if the civilians were to kindly kill their families, neighbors and loved ones if suspecting of any of the symptoms being shown, even if they’re not quite so sure, to avoid any further spreading of the epidemics.

PLEINAIR:

USAGI: In other news, our field reporter, Adramelech, would like to bring to the  audience the documentary he made during his recent visit to Greece, in the world Earth, named: “Sexualy Doubtful Zodiac Knights: Trustful Protectors or Dangerous Pedofiles?”

PLEINAIR:

Flash Post!

Tenho menos de meia hora para escrever este post, então lá vai:

1. Acabei de antrar na comunidade para otakus brasileiros meio orkut meio twitter chamada “Otaku”. Entrem, também!!! a url é: http://www.otaku.com.br

2. Estou com um novíssimo sistema de RPG made by myself que me parece bem promissor, mas estou sem um nome para ele…. ¬¬”….. enfim, em breve eu vou tentar postar alguma coisa sobre ele aqui, mas talvez demore, porque falta dar uma polida nas regras, expandir o grimório e terminar o bestiário, que me orgulho em dizer: será extenso e bem completo!!!

3. Não vou postar por um bom tempo, infelizmente. E sera mais ou menos pelo mesmo motivo que não tenho postado ultimamente: estou encerrando um trabalho muito importante para a escola, um circuito educacional sobre Bionanotecnologia. O valor do trabalho em nota é praticamente nulo, completamente irrisório, mas por uma questão de honra eu vou terminar ele e ter certeza que ficará perfeito, pois aparentemente algumas pessoas não se contentam em desaprovar, elas têm que humilhar……. ¬¬” momento emo estúpido. Elas que se fodam! próximo tópico:

4. O semestre está acabando! Férias! 😀

5. Para aqueles que gostam de músicas, de animes, de músicas de animes e coisas quetais, estou feliz em anunciar que estou com planos, ao lado de um amigo, fazer um dueto piano-guitarra elétrica (esta sendo tocada por mim) da música Kimi no Shiranai Monogatari, do Supercell e encerramento do meu amado anime, Bakemonogatari, minha menina dos olhos. (Nota mental: Quando é que o OVA 15 vai sair???)

6. Não lembro o que era para escrever, mas estou no maior pique e queria terminar este post com um número par de tópicos.

É isso! Espero ter feito uma síntese bem satisfatória, meus caros 1d4 leitores. E é com prazer que me despeço, pois agora devo sair de meu covil sinistro para ceifar a vida de alguns brigadeiros desafortunados. Aufwiedersein, lieben freunds! (espero ter escrito na grafia correta….. ò.ó)

Eu sou um apaixonado pelo gênero narrativo, isso é um fato. Independente da manifestação, seja um texto, uma crônica, um conto, uma música, um filme, um jogo de RPG,  ou até mesmo uma imagem (ou todos combinados), eu adoro o gênero narrativo e tudo que ele implica. É por isso que quando ele é mal empregado eu fico muito p***. E é isso que tem acontecido demais.

Poucas horas atrás eu acabei de ver o último episódio do arco televisivo de um anime novo que me cativou: Bakemonogatari. Digo televisivo por que ele ainda continuou mais três episódios, só que estes exibidos pela internet. No final, a série baseada em uma light novel (ou uma série, não sei) homônima totaliza quinze episódios de vinte e cinco minutos, mais ou menos. Inteligente, rápida, complexa e madura, ela me cativou pela franqueza dos produtores e do autor de, mesmo percebendo o sucesso estrondoso que produziu (parece que os blu-rays no Japão estão vendendo menos só do que Michael Jackson’s: This is It e Evangelion remake), não tentar continuar a história de uma maneira forçada para lucrar um pouco mais com uma série que já deu aquilo que tinha que dar. E espero sinceramente que continue assim.

Porém, como temos visto com repeição ad infinitum no mercado cultural moderno, existe uma espécie de mandamento que diz:

Não pararás de atirar na vaca que sabes que não vai morrer

Uma alusão meio babaquinha a “Eu, Eu Mesmo e Irene”, mas é mais ou menos isso mesmo. Exemplos não acabam: Naruto, por exemplo. No começo, era bem maneiro, eu achava muito legalzinho mesmo (aliás, foi o cenário que eu e meu vizinho usamos para começar nossa primeira campanha grande de RPG), mas depois começou a fazer sucesso demais. Resultado: temos aí um novo arco de história, fraquinho, o protagonista envelheceu para renovar o espírito de frescor muito mascarado, vários personagens novos mas a mesma história. Bleach, então? Eu quase me matei, mas vi a saga Bount inteira, só para dizer que eu vi mesmo (orgulho otaku é foda), e já desisti de prosseguir com a saga Arrancar, que só faz enrolar com a cara do coleguinha que está assistindo. Fullmetal Alchemist? Eu apenas leio o mangá, mas pelo que me disseram, depois que acabou o anime, fizeram uma pseudo-releitura em HD chamad Brotherhood que é uma desgraça. Posso ser tendencioso, mas creio que isso não é uma coisa nova: Dragon Ball começou a modinha (deve ser mais velha no ramo dos animes, mas este é o mais velho que posso rrecordar agora). Z, GT, remake em HD, é tudo a mesma desgraça.

Mas, colocando os produtos nopônicos de lado, o esgotamento narrativo tem se tornado uma crueldade muito popular no ocidente também. Filmes com continuações desnecessárias como MIB e similares me partem o coração. Após a blasfêmia de Crepúsculo (que aposto dez por um que já foi um plágio de uma melosidade pseudo-vampírica menos popular), vieram milhões de abutres para comer carniça no mesmo nicho: Vampire Diaries, True Blood, etc, etc, etc… Me contento em chorar pela alma de Bram Stoker, que deve estar se revirando no túmulo até agora (que nem John Lennon, depois da propaganda do Itaú).

Sou completamente tendencioso para falar, pois cresci numa família muito crítica, mas creio que é assim que deve ser. Depois das minhas inúmeras decepções com animes, comecei a optar por séries já concluídas ou com número de episódios definido e limitado, girando em torno de 25 a até 50 episódios, no máximo. E este foi um período de felicíssima fartura em cultura de boa qualidade. Eu vi Shigurui, um anime que transcende os padrões antigos de violência e perversão explícitas com uma beleza e suavidade poéticas. Eu estou quase acabando de ver Last Exile, um anime de ambientação Steampunk incrivelmente bem animado e produzido. Eu comecei a ver um conjunto de OVAs chamado Karas, que embora eu tenha visto muito pouco, promete coisas muito boas. Eu vi Soul Eater, que embora meio bobinho no começo, tem uma história muito bem amarrada e um traço agradabilíssimo, muito bom para se ver no domingo de manhã, sem compromissos. Eu vi Hellsing, Mushishi, Paranoia Agent, Peace Maker Kurogane, Samurai Champloo, Death Note e minha musa inspiradora, Bakemonogatari. Oh, sweet state of bliss! Foi nas animações limitadas que eu encontrei a alegria e a satisfação de consumidor contumaz do gênero narrativo. E não pretendo sair daqui tão cedo. Sim, eu tenho lido muitas coisas que não prometem parar tão cedo como a figurinha carimbada de D. Gray-Man, o ero-gore-kickass Highschool of the Dead e o sublime na inventividade Deadman Wonderland. E não poderia estar mais satisfeito em esperar o retorno destes de seus hiatos (na verdade, DW foi censurado no site de onde um leio). Se puderem, meus caros 1d4 leitores, leiam pelo menos um (ou, de preferência, todos) dos títulos que eu citei neste artigo. Vai fazer bem para o enfado que creio que a maioria de vocês deve estar sentindo, como eu do nosso Esgotamento Narrativo.

Video do Caramba

Ri demais. Impossível comentar. Vejam por si mesmos. Uma das melhores interpretações do tema de Star Wars que eu já vi.